sexta-feira, 31 de maio de 2013

Dia Nacional Ao Combate ao Fumo



A fumaça do cigarro contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, incluindo arsênico, amônia, monóxido de carbono (o mesmo que sai do escapamento dos veículos), substâncias cancerígenas, além de corantes e agrotóxicos em altas concentrações. Imagine a quantidade de toxidade que várias pessoas fumando deixam no nosso planeta.

Filtros de cigarros desprezados no chão e outros locais inadequados e, depois, levados pela chuva para lagos, rios, oceanos, florestas e jardins, demoram cerca de 5 anos para se decompor, podendo matar peixes, animais marinhos e aves que podem ingeri-los. As pontas de cigarro lideram a lista de itens mais coletados nas praias e correspondem de 25 a 50% de todo o lixo coletado em ruas e rodovias. 

Fumo passivo
Estudos revelam que entre pessoas expostas ao fumo passivo há risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão, 30% mais risco de sofrerem doenças cardíacas e 25% a 35% mais riscos de terem doenças coronarianas agudas. Além disso, a propensão à asma e à redução da capacidade respiratória é maior neste grupo. 

Um recente e importante avanço na política nacional de controle do tabagismo foi alcançado com a aprovação, pela presidente Dilma Rousseff, da Lei Federal 12.546/2011, que proibiu o fumo em recintos coletivos fechados em todo País. 

Com a aprovação dessa medida, o Brasil enfatiza o cumprimento do artigo 8º da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que determina que os países que assinaram o documento adotem medidas para proteger a população dos riscos do tabagismo passivo em ambientes públicos, locais de trabalho e meios de transporte.

Segundo a OMS, a poluição tabagística ambiental, resultado da fumaça exalada pelo fumante, é a maior causa de poluição de ambientes fechados e a terceira maior causa de morte evitável no mundo.

O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina e monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro. 

No Brasil, pelo menos, 2.655 não-fumantes morrem a cada ano por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo. O que equivale dizer que, a cada dia, sete brasileiros que não fumam morrem por doenças provocadas pela exposição à fumaça do tabaco.
Seja consciente, pois além dos danos à saúde (como diferentes tipos de câncer, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, impotência sexual no homem, infertilidade na mulher, osteoporose e catarata entre mais de 50 doenças diretamente relacionadas ao tabagismo), ao longo da cadeia de produção do tabaco há fatores que afetam o meio ambiente e toda a sociedade: uso de agrotóxicos, adoecimento dos fumicultores, inclusive crianças e adolescentes, desmatamento, incêndios, resíduos urbanos e marinhos.

Fonte: INCA (Instituto Nacional do Câncer)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Pilates ajuda a reduzir o estresse do dia a dia.



O estresse é o estado de alerta em que o organismo entra ao se deparar com algo que requeira mais esforço ou concentração. Por exemplo: quando somos questionados, entramos em estado de estresse para nos concentramos e responder.
O estresse, na dose certa, faz bem à saúde, pois mantém o cérebro estimulado e ativo.
Quando prolongado, pode causar malefícios e ser nocivo à saúde. Por exemplo: quando uma pessoa se preocupa com o peso sem motivos, ou por achar que não está evoluindo da maneira que gostaria; ou quando a mãe vive apenas para cuidar da criança, sem horário de descanso nem tempo para si mesmo; enfim, tudo isso estimula por tanto tempo o cérebro que causam um desequilíbrio químico, o que prejudica o funcionamento perfeito do organismo.
O estresse constante provoca um aumento acima do normal da produção do cortisol. Este hormônio é chamado hormônio do ESTRESSE. Ele deve ser produzido de forma dosada, para que estabeleça um funcionamento adequado do nosso organismo. Quando estes níveis estão desregulados, pode levar a um quadro de fadiga crônica.
O mecanismo funciona assim: no início do estresse, a adrenalina aumenta a produção de cortisol, mas com a permanência do estímulo a própria glândula se dessensibiliza e a produção de cortisol desequilibra. O corpo percebe isso como se não pudesse mais descansar. Para ele, é como se não houvesse mais diferença entre dia e noite e o estado de alerta fosse constante. Com a persistência do quadro, surgem os problemas mais graves: insônia, depressão, obesidade, fibromialgia, fadiga crônica, aumento do risco de enfartes, AVC, trombose e uma considerável baixa de imunidade, etc…

E de que forma o Pilates ajudaria a equilibrar o stress?

Primeiramente, pela prática consciente e completa da respiração durante a execução de todos os exercícios. Segundo B.K.S. Iyengar, mestre indiano de Yoga, “controlar a respiração e observar seus ritmos aquieta a consciência. Ao controlar a respiração você está controlando a consciência, e, ao controlar a consciência, você dá ritmo a respiração”.
Já se comprovou que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. A hipersecreção contínua de cortisol, responsável pela reação de estresse generalizada, é a responsável pelos estados negativos como depressão, por exemplo, em contrapartida, baixos níveis de cortisol estão relacionados a sensação de bem-estar.
Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.
Outro componente para a redução do stress é aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.
A concentração garante a execução de movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em si mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de vaguear a mente por assuntos diversos que não nos ocupam aqui e agora.
A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios não apenas durante e logo após o término da aula de Pilates. Esse aprendizado de si mesmo é levado para todas as situações cotidianas nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e consequentemente nos proporcionando a oportunidade de agir de forma mais eficiente e consciente em todos os planos da vida.
Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo reconhecendo o seu limite integra nosso ser e nos aproxima de nossa alma!



Texto: Vanessa Braga Cref: 095654-G/SP Educadora Física
Especialização em Pilates Studio e Mat Pilates
Professora de Pilates Academia Belletti Training
Contato: vanessa_braga@msn.com

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Estudos mostram que Atividade Física em Excesso pode Causar Dependência!!!


O pesquisador Vladimir Modolo, do Centro de Estudo em Psicobiologia do Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), entrevistou 400 atletas, amadores e profissionais, e 28% apresentaram quadro de dependência emocional, ansiedade e alterações clínicas em relação ao exercício.

Assim como pessoas com outros vícios, os dependentes em exercícios, quando privados dessa prática, também apresentam crises de abstinência, aumento da tolerância à atividade para obter o mesmo resultado, ansiedade, problemas psicológicos, de sono, de humor e fadiga crônica.
Foram analisados os comportamentos de 400 atletas brasileiros, sendo 200 deles de elite, com nível internacional em diversas modalidades, incluindo atletas de futebol, vôlei, judocas e ginastas, comparados a 200 praticantes amadores de atividade física. Por meio de aplicação de questionários psicológicos e observação, foi possível identificar que quase 30% dos voluntários apresentavam um comportamento excessivo que caracteriza o distúrbio. "A pessoa é considerada viciada quando aquela prática interfere no desenvolvimento de outras atividades, sejam elas profissionais, sociais, familiares ou psicológicas", explica o pesquisador Vladimir Modolo.
Entre os que apresentaram a dependência, há uma grande incidência de indivíduos que sofrem de transtornos de imagem corporal, como anorexia ou vigorexia (excesso de preocupação com o crescimento dos músculos), além de outros fatores.

Homens e mulheres têm motivações difererentes para a prática de atividade física

O percentual de homens e mulheres é semelhante, mas as motivações femininas estão mais comumente associadas à depressão e à preocupação com a imagem corporal, enquanto os homens também apresentam fatores como afirmação social, excesso de competitividade e outros. Também houve proporcionalidade entre os atletas profissionais e os amadores, o que elimina a hipótese da variável financeira eliminar a característica de vício.

Síndrome de overtraining

Embora a prática de exercícios físicos seja recomendada, a dependência e o excesso são prejudiciais à saúde e à qualidade de vida. "Quanto mais exercício a pessoa faz, mais ela precisa fazer e pode chegar a um estágio de overtraining, que é uma síndrome neuroendócrina que resulta em modificações fisiológicas e/ou psicológicas. Às vezes, o atleta treina mesmo impedido clinicamente por estar com uma lesão ou fratura grave. O dependente também tem níveis altos de ansiedade ou crises de depressão", detalha Modolo. Segundo o pesquisador, a busca pela qualidade de vida que é proporcionada pelo exercício praticado de forma adequada se transforma em um transtorno compulsivo. "O que deveria ser positivo, se torna negativo, caso executado de forma exagerada", afirma.
Outro elemento que impacta negativamente o viciado é a substituição de atividades do cotidiano pelo treinamento físico. "Há casos de pessoas que perdem compromissos profissionais para ir treinar. Temos o exemplo de um pai que deixou de ir à formatura de pré-escola da filha porque era no mesmo horário de seus treinamentos. "Uma pessoa viciada é incapaz de modificar ou deixar de fazer um treino, por motivo algum", conta a coordenadora da pesquisa, Hanna Karen Antunes.
A primeira descrição de dependência de exercício físico na literatura médica data da década de 70 e o estudo da UNIFESP é o primeiro realizado com atletas brasileiros profissionais. O tratamento recomendado é o mesmo indicado para pessoas com vícios variados, de forma a retomar o equilíbrio e o controle sobre a atividade.

Principais indícios de que o exercício se tornou um vício

- Estreitamento de repertório, preocupação excessiva com o corpo ou alimentação.
- Perda de interesse social por causa do treino.
- Opção de treinar mesmo com ambiente desfavorável.
- Comportamento compulsivo.

Características:

Sintomas psicológicos: aumento da ansiedade, crises de depressão, irritabilidade, diminuição do tempo de sono, diminuição do vigor.
Sintomas fisiológicos: aumento da fadiga, baixa do sistema imunológico, alterações hormonais, aumento da tolerância (necessidade de mais sessões de treino para obter o mesmo resultado) e crises de abstinência.

Atividade física é importante e faz parte das recomendações de médicos e outros profissionais da área da saúde como Fisioterapeutas, Nutricionista e Educadores Físicos para quem quer levar uma vida saudável. Só não é indicado torná-la uma obsessão e acabar exagerando. Pesquisas alertam para alguns perigos: o esporte também pode ser um vício e, em excesso, causar dependência; por isso pratique Atividade física com saúde e consciência e de forma saudável, sempre com orientação de um  Profissional de Educação Física.

Fonte: Jornalismo SporTv

terça-feira, 21 de maio de 2013

Pilates é indicado como Prevenção de Dores nas Costas!




Dor nas costas atinge 80% das pessoas em algum momento da vida. Cuidados com a postura e com o peso também são essenciais. 

A coluna humana tem 33 vértebras. São 33 ossinhos, e ali no meio passa a medula – o grande canal de comunicação entre o cérebro e o corpo. É uma estrutura muito sensível, cheia de músculos, nervos e discos, e é por isso que a dor nas costas é tão comum – especialistas afirmam que 80% das pessoas vão sofrer com o problema alguma vez na vida.



O ortopedista Luiz Batata e a fisioterapeuta Laura Proença esclareceram as principais causas para a dor e deram dicas para tratá-lo. Laura, inclusive, é instrutora de pilates, um exercício usado para tratar o problema.

O pilates é um conjunto de exercícios em aparelhos específicos e mistura técnicas ocidentais e orientais. Seu foco é desenvolver a força e a flexibilidade, e funciona porque fortalece o core, o conjunto de músculos que seguram a coluna – e isso impede que ela seja sobrecarregada.

A atividade está ficando cada vez mais acessível. O ideal é que as aulas sejam sem rodízio de aparelhos e no máximo em dupla, pois envolvem atenção total do instrutor à realização dos movimentos, que não podem ser muito diferentes.  Os aparelhos mais usados são trapézio, barril, carrinho e cadeira, além de bolas, faixas e elásticos.

Além de fortalecer a musculatura do tronco, é preciso ter atenção para não sobrecarregar as costas no dia-a-dia.

O primeiro passo é se manter em boa forma. Se uma pessoa fica dez quilos acima do peso ideal, aumenta em 25% o risco de sofrer de dor nas costas.

Outro tradicional vilão da medicina que também vale para as costas é o cigarro. O fumo reduz a irrigação dos vasos nos discos vertebrais que protegem a coluna e faz com que eles percam a maleabilidade.

A postura também é importantíssima para as costas. Ao dormir, a melhor posição é dormir de lado, com travesseiros para manter a cabeça na mesma linha do ombro.

No computador, a posição ideal é com os ombros abaixados, a lombar no encosto, os dois pés no chão ou em um apoio e olhos na altura do monitor. E o ideal é mudar de posição a cada uma hora, pois os músculos relaxam aos poucos, deixando a coluna desprotegida.

Os profissionais que mais sofrem dor nas costas são exatamente os que têm que se esforçar em posições que não são muito naturais ao ser humano e não conseguem fazer essa adaptação: dentistas, desenhistas em prancheta, operadores de computadores, motoristas, cirurgiões e trabalhadores de escritórios.


Fonte: Portal Bem Estar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Voce sabia que o exercício físico altera o metabolismo de hormônio feminino.


De acordo com um novo estudo da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, atividade física reduz o risco de mulheres desenvolverem câncer de mama por alterar a forma como o hormônio estrogênio é dividido no organismo. 

Segundo o estudo, mulheres que se exercitam regularmente produzem diferentes produtos residuais de estrogênio em comparação com mulheres com um estilo de vida sedentário. O estudo envolveu 391 mulheres, entre elas sedentárias, saudáveis, jovens e na pré-menopausa. As participantes foram aleatoriamente separadas em dois grupos: um grupo controle de 179 mulheres, e outro para intervenção com 212 mulheres. As do grupo de controle continuaram com um estilo de vida sedentário durante todo o período do estudo, e as do grupo de intervenção realizaram 30 minutos de exercícios moderados a intensos, cinco vezes por semana durante 16 semanas. Para o resultado final, a equipe coletou amostras de urina diárias, três dias anteriores ao estudo e três dias consecutivos no final da pesquisa. 

Em seguida, mediram os níveis de três tipos de estrogênio e nove de seus subprodutos ou metabolitos em amostras de urina das participantes. No entanto, os resultados mostraram que aquelas que se exercitavam produziram mais de um subproduto chamado 2-OHE1 e menos de outro chamado 16alpha-OHE1, que são associados com a diminuição no risco de câncer de mama. Já nas mulheres que não se exercitaram não houve alterações nos níveis destes produtos químicos. A equipe agora está realizando estudos similares em mulheres com alto risco de câncer de mama. O estudo foi publicado no Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.

Mais um motivo para Praticar qualquer Atividade Física, pois a pratica trará grandes Benefícios!!!

Fonte: Jornalismo do Portal da Educação Física 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Estudo explica por que algumas pessoas nunca engordam!!!


 
O mistério que faz com que certas pessoas comam hambúrgueres e batatas fritas à vontade e nunca engordem está perto de ser solucionado.

Pesquisadores das universidades de Sydney e de New South Wales, na Austrália, descobriram uma proteína que faz ratos geneticamente modificados permanecerem magros apesar de submetidos a uma dieta cheia de gordura. Os pesquisadores já sabiam que a proteína KLF3 é capaz de inativar genes envolvidos na produção de sangue. Para estudá-la melhor, produziram ratos sem KLF3.

Segundo o principal autor da pesquisa, Kim Bell-Anderson, os animais permaneceram magros apesar da dieta gordurosa, e ainda tiveram o metabolismo da glicose (açúcar do sangue) e a ação da insulina (hormônio que metaboliza o açúcar) melhorados. De acordo com ele, eles sabiam que a KLF3 era importante para desligar a expressão dos genes, mas não sabiam quais eram os genes afetados, por isso observaram a expressão de cerca de 20 mil genes para ver quais apresentavam anormalidades nos ratos mutantes. Um dos pesquisadores do grupo, Alister Funnell, percebeu que a expressão do gene responsável pela fabricação de um hormônio chamado adipolina (hormônio produzido pelas células de gordura, que entra no sangue e interfere nas respostas do organismo à comida) estava aumentada nos ratos mutantes. Esses animais apresentavam quase o dobro desse hormônio em circulação.

O grupo percebeu que, com bastante adipolina, o rato é capaz de manter seu peso e seus níveis de glicose estáveis, mesmo recebendo uma dieta cheia de gordura. Se tiver pouca, fica mais gordo e com picos nos níveis de glicose. Segundo Kim, o papel da proteína KLF3 e da adipolina em humanos ainda precisa ser estudado, mas terapias capazes de aumentar a quantidade desse hormônio podem ser uma esperança para o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. A descoberta foi publicada na Revista Diabetes.

Fonte: Jornalismo Portal EF

terça-feira, 7 de maio de 2013

Saiba mais sobre Ômega 3 e seus benefícios.



O assunto de grande interesse nas décadas passadas. Alimentação balanceada é de fundamental  importância na prevenção e no tratamento de doenças. Por isso, existem várias pesquisas mostrando os efeitos benéficos que os alimentos trazem para o ser humano. Na década de 20 o principio ativo dessa gordura foi classificado como uma vitamina, a “vitamina F”, e na década de 30 pela primeira vez, os cientistas começaram a pesquisar grupos de esquimós que habitavam a região da antártica. Neles foi constatada a ausência de casos de arteriosclerose. Paralelamente a novas descobertas envolvendo os componentes ativos dos ácidos graxos de vegetais e peixes (ácido eicosapentaenóico, EPA e o ácido docosahexaenóico - DHA), a relação entre hábitos alimentares e condições de saúde dos povos esquimós continuou a ser estudada. Ela ajudaria a comprovar que a cultura alimentar de um povo é tão importante quanto o fator genético para o surgimento ou não de determinadas doenças.

O ômega 3 é um tipo de gordura muito benéfica para a circulação, cujos benefícios vem sendo pesquisados desde a década de 70, e hoje já são fatos confirmados.Essa gordura não é produzida pelo organismo humano portanto, deve ser fornecida através da alimentação. O consumo freqüente de alimentos ricos em ômega 3 reduzem os níveis de colesterol e triglicerídios no sangue, e também a pressão arterial.São ácidos graxos poliinsaturados, de onde são derivadas substâncias com ação anticoagulante (prostraglandinas e leucotrienos). São comumente encontrados em peixes de águas frias (atum, salmão, arenque, sardinha,bacalhau). Também estão presentes no óleo de canola e, em menores concentrações,no óleo de soja e em castanhas. Existem produtos enriquecidos com os ácidos graxos ômega 3, como leite longa vida, leite em pó e ovos.Como benefícios de sua ingestão podem ser referidos a redução da agregação plaquetária,da pressão sangüínea, da viscosidade do sangue, da hiperplasia vascular e das arritmias cardíacas. Em doses adequadas, aumenta a sobrevida plaquetária e o funcionamento dos beta-receptores cardíacos. Também reduz os níveis de colesterol e de triglicerídios no sangue e possui efeito antiinflamatório. O ômega 3 possui atividade oxidante, sendo recomendado consumí-lo associado a antioxidantes, como a vitamina E.
Fonte: "Alimentos Funcionais na Nutrologia Médica."

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Estudo identifica alteração no cérebro que gera impulso por comer.

 
Descoberta poderia explicar a tendência à obesidade entre as pessoas. 

Uma equipe de neurocientistas americanos e italianos identificou uma modificação celular no cérebro que acompanha a obesidade. A descoberta poderia explicar a tendência para o sobrepeso e identificar possíveis drogas direcionadas ao controle da obesidade.

Publicado na edição do “Proceedings of the National Academy of Sciences” desta semana, o estudo identifica uma alteração que ocorre nos neurônios dentro do hipotálamo. Ela envolve receptores que desencadeiam ou inibem a liberação do peptídeo orexina A, que, entre outros fatores, estimula o apetite.

Em camundongos com peso normal, a ativação do receptor diminui a liberação da orexina A. Nos obesos, a ativação deste receptor estimula a sua liberação.

Antes, ativar este receptor interrompia a secreção da orexina; agora, ele promove. Isto identifica alvos onde uma intervenção poderia influenciar a obesidade - disse Ken Mackie, professor do Departamento de Psicologia e Ciências do Cérebro na Academia de Artes e Ciências da Universidade de Bloomington, em Indiana.

O consumo de comida é controlado, em parte, pelo hipotálamo, uma porção do cérebro que regula vários comportamentos essenciais. Como outros importantes sistemas do corpo, o consumo de comida é regulado por múltiplos sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinoide, que representa o que Mackie descreve como “o equilíbrio de uma excelente rede de conexões”.

Uma ideia inicial, disse Mackie, é que esta rede é redefinida na ocorrência obesidade, de modo que o consumo de alimentos corresponde à manutenção do peso atual, não ao peso ideal da pessoa. Assim, uma pessoa obesa que perde peso tem dificuldade para manter o novo peso, já que o cérebro sinaliza para o corpo comer mais, na tentativa de retornar ao peso anterior.

Fonte: Portal O Globo: www.g1.globo.com




quarta-feira, 1 de maio de 2013

Treinamento Funcional Esportivo na BELLETTI Training

O Treinamento Funcional já é uma modalidade por sí só, e não mais apenas uma alternativa. Pessoas saturadas das atividades convencionais oferecidas pelas academias, pessoas em processo de reabilitação, e também atletas de todas as modalidades esportivas estão procurando o Treinamento Funcional. Mas aliando seus fundamentos com a pratica esportiva, incluindo acessórios de diversos esportes, tais como bolas de: futebol, vôlei, basquete, handebol, tênis,golf, entre outros; podemos caracterizá-lo como um Treinamento Funcional Esportivo.

Seu benefício é preparar o organismo (músculos, articulações e a consciência corporal) para que ele "funcione" melhor em tarefas do dia-a-dia e esportivas de forma mais lúdica e dinâmica.

Com o passar dos anos a ciência aliada ao treinamento esportivo vem buscando aperfeiçoar mecanismos de aplicação de treinamentos que busquem a excelência em rendimento através de métodos específicos de cada modalidade.


Exemplo de tudo isso, é o treinamento funcional esportivo que utilizamos na Academia Belletti Training, que tem como objetivo melhorar a velocidade de reação, coordenação motora, velocidade de raciocínio, propriocepção (melhorar o fortalecimento das articulações), equilíbrio das cadeias musculares minimizando com isso as chances de dores e lesões, além disso, melhorando seu repertório motor com bolas, tornando a aula AINDA mais dinâmica e divertida.

Os métodos utilizados são os mesmos que o prórpio EX-JOGADOR DE FUTEBOL Belletti treinava enquanto era jogador. Com 20 anos de carreira, UM DOS DESEJOS DELE é "COMPARTILHAR O QUE APRENDEU EM BENEFICIO DA QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS". E chegou a conclusão que o Treinamento do futebol pode ser acessível à todos os públicos, de todas idades, de uma maneira simples, porém eficaz; alcançando METAS e conquistando RESULTADOS que nossos alunos desejam.

Todos os professores da Academia Belletti Training possuem Certificação em Treinamento Funcional, e esses, estão sendo treinados pelo próprio ex jogador Belletti, que aplica a mesma metodologia utilizada no FC Barcelona, considerada hoje a mais admirada do mundo.
A BELLETTI Training tem como diferencial trabalhar com a Inovação do Treinamento Funcional, com um público diversificado e visando a melhora da qualidade de vida de nossos Alunos.

Fiz uma aula com Ex- Jogador de Futebol Belletti e é muito divertida com alguns exercícios educativos que são utilizados nos treinamentos de Futebol e em 55minutos de aula, tive um gasto calórico de 500kcal. A aula é bastante dinâmica, desafiadora e você não percebe o tempo passar. Eu recomendo!!!
Venha conhecer nossos Métodos de Aulas, além disso, ainda contamos com Pilates de Stúdio e Mat Pilates (solo).


Site: www.bellettitraining.com

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Conheça mais sobre Pilates e seus Benefícios .


 
 

Pilates é uma técnica que tem como objetivo trabalhar o corpo, melhorar a flexibilidade, postura, o alongamento e a melhora da respiração.

O método, criado pelo alemão Joseph Hubertus Pilates, vem conquistando inúmeros adeptos no Brasil, devido à harmonia e sutileza dos exercícios. Para a prática do Pilates, é fundamental um espaço aconchegante com ar-condicionado e música ambiente, fatores estes que proporcionam ao aluno uma sensação de leveza e bem-estar.

Não há restrição de idade para quem deseja praticar a modalidade. Segundo a fisioterapeuta Fabiana Patrícia, a faixa etária dos praticantes de Pilates é variada. “Além da grande procura de pessoas idosas que desejam alongar o corpo e evitar o atrofiamento dos ossos, há também crianças que praticam a modalidade com a intenção de reeducar a postura corporal”, esclarece.

 
Atividade é recomendada pelos médicos

A fisioterapeuta Priscilla Zarôr explica que muitas pessoas procuravam o Pilates por curiosidade. “Possuo um espaço de saúde montado há quatro anos e no início muitas pessoas desconheciam o que era. Atualmente é bastante divulgado pela propaganda boca a boca, e muitos procuram a atividade por indicação médica”, relata. “Com o decorrer do trabalho, os alunos que usam remédios para alguma patologia param de tomar medicamentos, devido ao efeito que o Pilates proporciona”, esclarece a especialista.

Mas em virtude de uma escoliose (deformidade vertebral), a advogada Thaís Pompeu, 31, procurou um estúdio de Pilates para sanar as dores e desconforto corporais. Thaís praticou a atividade durante alguns meses por indicação de um médico, que a orientou buscar acompanhamento com um fisioterapeuta.

Mesmo com pouco tempo da prática do Pilates, ela já conseguiu notar grandes resultados. “Por esta atividade ser focada em alongamento e correção postural, automaticamente nos corrigimos e a melhoria é gradativa. Adquiri uma qualidade de vida melhor”, afirma Thaís.

Modalidades e resultados

No Pilates há duas modalidades: a que trabalha com aparelhos – todos desenvolvidos por seu percursor, Joseph Pilates – e os exercícios realizados no solo, chamados Mat Pilates, que são feitos com o auxílio de acessórios como bolas, faixas e pesos. Para a fisioterapeuta Priscilla Zarôr, um dos resultados do Pilates é a definição muscular. “O corpo fica modelado e fortalece os músculos. O aluno perde massa gorda e ganha massa magra”, garante.

Fabiana Patrícia completa o pensamento de Priscilla dizendo que o Pilates dá resultados positivos em curto prazo, pois aumenta a força muscular e a flexibilidade, corrige a postura e fortalece o abdome. Além disso, outros benefícios são o aumento da concentração do praticante, melhora na respiração e relaxamento, atrativos para quem procura uma atividade leve e prazerosa. 

 
Pilates para Melhorar a sua qualidade de vida e Prevenir lesões.

 

Correção postural, aumento da flexibilidade e força abdominal são alguns dos benefícios mais conhecidos que essa modalidade traz aos seus praticantes. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), praticar uma atividade física regular moderada reduz a gravidade de deficiências ligadas a cardiopatia e outras doenças crônicas. Dessa forma, o Pilates pode ser considerado um método de prevenção, pois atua no desenvolvimento da estabilidade corporal, além de melhorar a respiração, flexibilidade, corrigir a postura, prevenir lesões e aumentar a autoestima . “Com a prática regular do Pilates é possível adquirir uma força maior nos músculos do corpo, o que influencia nas atividades exercidas diariamente”, explica a fisioterapeuta pertencente ao Núcleo de Conhecimento Técnico da Mercur, Tânia Fleig.

Indicado para todas as idades, especialmente para aqueles que sofrem de dores crônicas ou problemas musculares, o Pilates não causa desgaste dos músculos, nem das articulações, pois envolvem exercícios de baixo impacto e com poucas repetições. “Qualquer pessoa pode praticar a atividade, mas se tem dores musculares, problemas ósseos ou crônicos é melhor que o trabalho seja acompanhado por um fisioterapeuta, além do instrutor físico”, alerta Tânia.

Para quem sofre com dores nas costas, o Pilates também é uma boa opção como forma de tratamento, "Os exercícios, que podem ser feitos com aparelhos específicos ou com a Gym Ball, promovem o realinhamento da coluna e o fortalecimento da musculatura abdominal”, afirma a fisioterapeuta. “E por trabalhar com exercícios direcionados para outras partes do corpo, também contribuem para a reabilitação de diversas patologias”, finaliza a profissional.

Fonte: www.educacaofisica.com.br

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Exercício Físico é Eficiente no Controle da Pressão Arterial


Obesidade, estresse, fumo, consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo, ingestão de sal e níveis altos de colesterol estão entre os principais fatores de risco da hipertensão arterial, doença que acomete, principalmente, homens e mulheres acima de 50 anos. 


Conhecida como uma doença silenciosa, a hipertensão quase não apresenta sintomas e, quando ocorrem, são vagos e comuns a outras doenças, como dor de cabeça, tonturas, cansaço, falta de ar ou enjoo. Dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão revelam que a pressão arterial elevada já atinge 30% da população adulta brasileira e está presente em mais de 50% das pessoas na terceira idade.

Apesar de ainda não ter cura, a pressão alta pode ser controlada e evitada com algumas mudanças de hábito. De acordo com o clínico geral e fisiologista do esporte João Pinheiro, o exercício físico é um forte aliado para controlar a pressão.

“Fazer exercício físico diminui o percentual de gordura, controla os níveis de colesterol e a diabetes, fortalece a estrutura óssea e muscular e melhora a condição cardiovascular do indivíduo. Mas as pessoas hipertensas devem fazer uma avaliação médica antes de iniciar qualquer atividade física”, explica.

A pressão arterial é a força com que o sangue é impulsionado contra as paredes das artérias. Ela pode aumentar ou baixar dependendo da sua idade, condições do coração, emoção, atividade e medicamentos que você toma. “Se a sua pressão estiver alta, não quer dizer que você seja hipertenso. É necessário medir a pressão arterial várias vezes, enquanto estiver descansando confortavelmente, por pelo menos cinco minutos, para confirmar o diagnóstico de hipertensão”, afirma o Dr. João Pinheiro.

Para que sua saúde se mantenha uniforme e sem qualquer tipo de problema é indicado que faça a medição da sua pressão arterial, pelo menos, uma vez por mês. “Quando a pressão arterial ultrapassa de forma consistente os 140/90 mmHg, considera-se que a pessoa tem pressão arterial alta”, afirma o médico.

Como medir a pressão arterial?

A verificação da pressão arterial deve ser feita no consultório médico por um cardiologista ou clínico geral, através do esfigmomanômetro, aparelho que tem a função de liberar a pressão para o sangue fluir. O médico também pode ouvir o fluxo no estetoscópio. “Caso a medida da pressão arterial seja muito alta, quer dizer que o coração está tendo que trabalhar muito, por causa das restrições nos canos, o que pode causar a hipertensão arterial”, acrescenta o médico.

Exercícios físicos aliados à saúde

Existem diversas maneiras de controlar a pressão arterial e uma delas é adotar um estilo de vida saudável e ativo. Manter uma alimentação balanceada, sem a ingestão de gordura saturada e sal, praticar exercícios físicos e evitar consumir bebidas alcoólicas é o primeiro passo. “A prática regular de atividades físicas pode ajudar no tratamento para hipertensão a base de remédio ou até mesmo suspendê-lo”, ressalta Pinheiro. Os exercícios devem ser de intensidade moderada, de três a seis vezes por semana, em sessões de 30 a 60 minutos de duração.

“A caminhada, corrida, natação, exercícios aeróbicos, alongamentos, bicicleta, yoga e hidroginástica são indicados para contribuir na redução da pressão sanguínea exercida sobre os vasos sanguíneos”, aconselha o médico fisiologista do esporte. É importante evitar se exercitar sob o sol muito forte ou em locais muito abafados e quentes. Use uma roupa confortável e tênis com solados altos no calcanhar para diminuir o impacto com o chão. Não deixe de tomar água antes, durante e após o exercício, principalmente se o dia estiver quente.

“Não faça exercício se estiver indisposto ou com dor de cabeça e cansaço intenso. Sempre que possível, verifique sua pressão antes de se exercitar e não faça atividade física se a pressão estiver acima de 16 por 10 (160/100mmm Hg)”, sugere o médico.

Lembre-se: não deixe de verificar a sua pressão arterial, principalmente se você tem histórico familiar de pressão acima de 140/90 mmHg. Procure orientação médica para começar a se cuidar e prevenir a doença. 

Fonte: www.educacaofisica.com.br

Boca ou Nariz, qual é maneira mais saudável de respirar ?


Tente respirar somente pela boca pelo próximo minuto e você logo perceberá que nosso corpo não considera essa a maneira mais ideal para realizar a troca de oxigênio por gás carbônico. 

E se você mora em cidades como Brasília, onde o a umidade do ar é baixa, ou em metrópoles poluídas como São Paulo, esse desafio não será dos mais agradáveis e muito menos saudável.

Por isso, a melhor maneira de se respirar é sim pelo nariz. A respiração nasal umidifica e aquece o ar, ao contrário do que acontece na respiração oral. Além disso, o nariz funciona como um filtro, pois purifica o ar e impede que impurezas cheguem ao organismo.

Por isso, a melhor maneira de se respirar é sim pelo nariz. A respiração nasal umidifica e aquece o ar, ao contrário do que acontece na respiração oral. Além disso, o nariz funciona como um filtro, pois purifica o ar e impede que impurezas cheguem ao organismo.

“Em repouso a respiração ideal é inspirar e soltar o ar pelo nariz”, explica o treinador da BR Move, André Ricardo de Souza. Outro benefício de se respirar pelo nariz é a manutenção das defesas naturais como o muco nasal e os micro-cílios, que protegem o organismo de resfriados e sinusites.

Barriga e peito- Além de inspirar e expirar o ar pelas vias corretas, existem ainda duas outras maneiras de se realizar a troca de gases que acontece no pulmão. A mais comum e praticada no dia a dia é a torácica. “Essa respiração é curta e não se utiliza toda a capacidade pulmonar”, explica Souza.

Já a outra maneira é a abdominal. Essa respiração é mais completa, onde é necessário “pensar” em respirar. “Em repouso, normalmente, a respiração abdominal é forçada, pois se utiliza músculos para expandir a caixa torácica e assim fazer ‘caber’ mais ar”, afirma o treinador.

Durante a prática de exercícios físicos mais intensos, o corpo exige a respiração oral.

Correr e respirar- Ao praticar qualquer atividade física o corpo humano automaticamente necessita de mais oxigênio e dependendo da intensidade do exercício respirar pela boca se torna algo necessário.

“O corpo humano não mede esforços quanto a isso. A morfologia do nariz não suporta inspirar todo o ar que o corpo precisa, sendo assim é necessário inspirar e expirar pela boca para ter uma maior entrada de ar”, diz Souza.

Dor no baço- Um dos primeiros sintomas da falta de condicionamento físico é a dor que acomete alguns atletas na região do baço. Segundo Souza, alguns iniciantes na corrida também sofrem desse incômodo, que muitas vezes está relacionado ao diafragma e não ao baço.

Souza explica que a crendice popular sempre relaciona a dor no baço ao excesso de água ou a respiração errada, quando na verdade essa é uma reação muscular. “O diafragma é um músculo que está na horizontal, embaixo do pulmão. Por isso, assim como os músculos da perna ou do braço, esse órgão fadiga e sofre cãibras”, explica.

O treinador diz que não há artigos científicos que comprovem a real dor no baço, mas alguns médicos não descartam essa possibilidade, já que esse órgão funciona como um banco de sangue do corpo. "Com a necessidade maior de circulação sanguínea, o baço libera sangue e com isso contrai. Talvez daí exista algum incômodo", encerra.

Fonte: www.educacaofisica.com.br

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Termogenicos: derrube os mitos do alimentos que emagrecem

 
Aliados do emagrecimento, amigos da dieta e queimadores de gordura são alguns dos termos mais usados em referência aos termogênicos. Dotados da capacidade de aumentar o gasto energético durante a digestão, eles se tornaram febre entre os que desejam perder peso. Mas de acordo com a nutricionista Cátia Medeiros, da clínica Atual Nutrição, em São Paulo, nem tudo que se fala sobre os termogênicos é bem explicado, sugerindo, muitas vezes, que a simples ingestão garantiria alcançar o corpinho tão desejado. Pimenta vermelha, canela, gengibre, café, abacaxi, chá verde e chá de hibisco são alguns dos exemplares mais famosos deste grupo. Para esclarecer como eles agem e quais os reais benefícios de seu consumo, listamos alguns dos principais mitos sobre os aclamados "alimentos que emagrecem":

 

Mito1: Termogênicos são obtidos exclusivamente na alimentação

Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), os naturais são aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. "Os industrializados, por sua vez compreendem apenas o princípio ativo termogênico concentrado dentro de uma cápsula", explica.

 
Mito1: Termogênicos são obtidos exclusivamente na alimentação

Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), os naturais são aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. "Os industrializados, por sua vez compreendem apenas o princípio ativo termogênico concentrado dentro de uma cápsula", explica.


Mito 2: Termogênicos eliminam a gordura corporal

"Termogênicos potencializam a termogênese, processo regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia", explica a nutricionista Cátia. Dizer que o simples consumo de alimentos e suplementos termogênicos levará à eliminação da gordura, portanto, não é verdade. Eles apenas aceleram o metabolismo aumentando o gasto calórico de processos que, naturalmente, já realizam essa queima.

Mito 3: Termogênicos levam à perda de peso, independente de alimentação e exercícios

De acordo com o nutrólogo Roberto, a ingestão isolada de termogênicos não levará à perda de peso significativa. "Se o indivíduo continuar ingerindo mais calorias do que consegue queimar, o ponteiro da balança até irá aumentar", explica. Por isso, é fundamental incluir o termogênicos no dia a dia dentro de um contexto que conte com uma dieta balanceada e a prática regular de exercícios. Somente desta maneira, o gasto calórico será potencializado e favorecerá o emagrecimento.

Mito 4: O ideal é consumir termogênicos antes de dormir

"O mais recomendado é ingerir termogênicos no período diurno, durante uma refeição ou antes de praticar exercícios", aponta o nutrólogo Roberto. Assim, o gasto calórico da digestão e da solicitação da força muscular será potencializado. Consumir termogênicos antes de dormir não é indicado, pois a otimização do processo de queima de calorias acelera o metabolismo e pode atrapalhar o repouso, causando insônia.

Mito 5: Termogênicos não têm qualquer contraindicação


Após receber o diagnóstico de hipertensão, uma das recomendações médicas em relação à alimentação é moderar no consumo de café. "Isso porque a bebida contém cafeína, termogênico que aumenta o metabolismo fazendo com que o coração trabalhe mais e a pressão arterial aumente", explica o nutrólogo Roberto. Tais efeitos tornam a ingestão de termogênicos contraindicada para pessoas que sofrem de arritmia cardíaca, que têm histórico de infarto, entre outros problemas. Gestantes e crianças também devem limitar o consumo de alimentos termogênicos. Neste sentido, suplementos com ação termogênica se tornam ainda mais perigosos por oferecer os princípios ativos mais concentrados.

Mito 6: Não é necessária indicação médica para tomar suplementos termogênicos

"Por ser contraindicado em alguns casos, o ideal é consultar um profissional antes de tomar suplementos termogênicos", afirma a nutricionista Cátia. Muitas vezes, o paciente nem desconfia de qualquer problema de saúde e descobre que sofre de hipertensão ou arritmia em consultas como essa.

Mito 7: Não existem frutas com poder termogênico

Embora os alimentos mais citados quando o assunto é termogênico sejam a pimenta vermelha, o gengibre e o chá verde, eles também estão presentes em frutas. "A casca da laranja é rica em termogênicos, disponíveis para consumo em suplementos", exemplifica o nutrólogo Roberto. O guaraná é outra fruta que também acelera o gasto calórico do corpo.

Mito 8: Quanto maior a ingestão de termogênicos, maior os benefícios

De acordo com a nutricionista Cátia, o ideal é consumir termogênicos diariamente, mas dentro de um limite estabelecido para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial. No caso do gengibre, ela recomenda uma fatia média ou uma colher de café da forma em pó. Quem prefere o abacaxi pode comer uma fatia após o almoço ou jantar ou então 200 ml de suco da fruta.

Fonte: www.educacaofisica.com.br



segunda-feira, 22 de abril de 2013

Conheça primeiro Sorvete de Proteína e Fibras

Grande parte dos adeptos da musculação utilizam de suplementos como o whey protein (proteína do soro do leite) diariamente. 

A maioria consome o produto com água ou leite, alguns até inovam para não cair na monotonia, inventando panquecas, mingaus e vitaminas. Para uma ingestão agradável e saborosa do produto, chega ao mercado o Time4 Ice Whey Cream, o primeiro sorvete de proteína e fibras. 

O doce inédito foi totalmente desenvolvido pela farmacêutica Giselle Sell, proprietária e idealizadora da marca que produz o produto no País. 

O sorvete é zero açúcar e zero gorduras, além disso, possui apenas a metade das calorias, quando comparado a um sorvete tradicional. Uma porção de 60 gramas do sorvete de proteína possui apenas 58 calorias, enquanto a mesma quantidade de um sorvete comum, possui, aproximadamente, 110 calorias. Os valores nutricionais também são excelentes, segundo os especialistas. Um pote do produto tem 20 gramas de proteínas e 14 gramas de fibras. O sorvete ainda possui cálcio, antioxidantes e é adoçado com sucralose – propriedades que tornam o sorvete de proteína totalmente indicado como um produto funcional e nutritivo para o organismo. O Time4 Ice Whey Cream chega ao mercado em quatro sabores: chocolate, baunilha, café mocha e chocolate branco, todos isentos de açúcar e gorduras.

Fonte: http://www.time4.com.br

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Treinar mais ou Comer menos?




Muitos se deparam com essa situação aparentemente paradoxal e, em boa parte dos casos, a falta de resultados está diretamente relacionada ao descuido com a alimentação.

Você cumpre à risca a rotina de treinos em casa ou na academia mas não consegue eliminar os quilinhos extras? Saiba que está longe de ser uma exceção. 

Ou você nunca caiu na armadilha de comer um brigadeiro a mais e, mentalmente, dizer a si mesma que depois compensa na malhação? A armadilha é superestimar a quantidade de calorias gastas durante o treino e se permitir muitas regalias, aumentando a ingestão de alimentos em vez de diminuir. “A melhor alternativa para perder peso é aliar uma alimentação equilibrada à prática de atividade física regular. Em muitos casos, melhorar a qualidade dos alimentos que se coloca no prato já leva à perda de peso e de medidas, sem que seja necessário recorrer a um cardápio muito restritivo”, garante a nutricionista Luisa Mascarenhas, da Food Coach Consultoria Nutricional, em São Paulo (SP).


Porções maiores


Em geral, é mito dizer que quem se exercita pode comer porções maiores. “Depende do que se come, pois as calorias ingeridas diferem de acordo com o tipo de alimento. Carboidratos são diferentes de proteínas, que são diferentes de gorduras. Portanto, quem faz uma alimentação saudável e equilibrada consegue melhores resultados”, diz o nutrólogo Ricardo Rosenfeld, da Casa de Saúde São José (RJ).

Resultado certo

Além de acertar a dieta, para ver os efeitos do treino aparecerem rapidinho na pele — e no bumbum, nas coxas, nos braços e por aí vai —, pequenas mudanças de hábitos também contam, como fracionar a dieta e fazer escolhas certeiras antes e depois de ir à academia.

Nem todo mundo consegue arranjar um espacinho na agenda para malhar no mínimo três vezes por semana. E, nesse caso, o cuidado com a alimentação tem de ser redobrado. “Diminuir a quantidade de alimentos em três refeições do dia ajuda a trazer resultados mesmo para quem não consegue manter a constância ideal no treino. A sugestão é comer metade da porção convencional de carboidrato no jantar ou no almoço e, durante o lanche da tarde, comer uma fruta ou castanhas”, aconselha a nutricionista Patrícia Bertolucci, da PB Consultoria em Nutrição (SP).

Agora, se os seus horários são mais flexíveis e você é praticamente sócia da academia e, ainda assim, não está conseguindo conquistar os resultados esperados, provavelmente está consumindo menos calorias do que deve, principalmente antes da malhação. Nessa hora, o melhor é investir na dobradinha carboidratos + proteínas, que garante energia para executar melhor os exercícios e, de lambuja, ajuda na recuperação muscular pós treino.

Boas opções de lanches são: pão com peito de peru, iogurte natural com cereal integral, frutas secas e castanhas, ou leite de soja batido com fruta e flocos de quinoa.


Fonte: www.portaldaeducacaofisica.com.br

Modificação genética para melhorar performance de atletas pode ser considerada Doping


Detecção dessas transformações ainda é difícil de ser realizada e uso de mudanças genéticas pode trazer riscos desconhecidos.


A ciência pode ser usada para beneficiar o homem e o esporte, mas sem equilíbrio, a medida pode levar a prejuízos grandes. A descoberta da modificação genética levou tanto à possibilidade de corrigir defeitos em genes que levavam à doenças, como a distrofia muscular, quanto ao uso de células modificadas para a melhora da performance atlética, no que ficou conhecido como doping genético.

A possibilidade da mudança gênica para a obtenção de melhores resultados no esporte surgiu em 2001 quando um grupo de trabalho especializado em terapia gênica ligado ao Comitê Olímpico Internacional (COI) chamou a atenção do mundo para o tema, mas no esporte de alto nível, segundo o dr. Luiz Carlos Carnevali Junior, coordenador dos cursos de pós-graduação em Educação Física na Universidade Gama Filho (www.carnevalijunior.com.br), as especulações sobre o uso do doping genético começaram em 2004, durante as Olimpíadas de Atenas, mas a questão só se tornou mais aberta à discussão quatro anos mais tarde, em Pequim. “Para o atleta amador é uma possibilidade difícil de acontecer, porque as manipulações genéticas são feitas em laboratório. No caso dos profissionais, de alto rendimento, o doping genético é mais presente até por conta da pressão dos patrocinadores”, destaca.

Nesse tipo de doping, algumas células do atleta são tratadas de forma refinada e reinseridas em seu organismo e, em artigo escrito por Carnevali Junior, o profissional explica que os genes alvos desse tipo de manipulação “são aqueles que proporcionam o aumento na captação de oxigênio com consequente perda de peso, otimização do metabolismo energético e rápido ganho de massa muscular”. 


Descobrindo o problema

A ideia de manipular as células para a criação de um superatleta não é mais algo apenas encontrado na literatura de ficção, mas pouca gente sabe que isso existe. “O doping genético é uma realidade pouco divulgada por causa da dificuldade de detecção”, diz Carnevali. 

O COI incluiu o doping genético em sua lista de proibições em 2003 e embora a comunidade esportiva acompanhe um atleta, realizando exames frequentes e assistindo suas mudanças de performance, ele sempre pode afirmar que possui uma herança genética familiar que o beneficia a ter a resposta que consegue obter com a prática esportiva. “E não existe nenhum caso comprovado que possamos citar, justamente por causa da dificuldade de detecção e comprovação”, diz o profissional da Gama Filho, que conta que existe um departamento de genoma humano na Universidade de São Paulo (USP), mas diz desconhecer a existência de um departamento genético específico para o estudo no esporte e na educação física no país.

Tem futuro?

Carnevali concorda que o doping genético representa o mau uso de uma boa tecnologia, mas não acredita que, futuramente, a manipulação genética corra o risco de ser legalizada para o uso nos esportes, porque “a liberação não teria limites” e, além disso, esse tipo de modificação nas células não é isento de riscos: “pode gerar uma resposta patológica grave, inclusive afetando os descendentes”, alerta.


Diversos pesquisadores têm estudado as transformações genéticas no esporte, mas ainda há muito o que descobrir e investigar para determinar que essas modificações possam estar aptas a serem usadas com segurança.

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br